Comemorando 13 anos de sua companhia de dança contemporânea, a coreógrafa e bailarina Esther Weitzman retorna ao Espaço SESC para apresentar sua nova montagem, O tempo do meio, que estreia no dia 10 de maio às 21:30h. O trabalho é uma nova abordagem na paixão de Esther por um tema que tem sido recorrente em sua carreira: as implicações, desdobramentos e conflitos da relação humana com o tempo.

“A composição de O tempo do meio é tomada pelo movimento dos interpretes que entregues aos seus gestos nos trazem algo que não conseguimos nomear, movimentos que passam, se transformam e nascem em outra forma, como a encarnação das coisas que se revelam diante de nós e se esvaem sem que possamos fazer nada a respeito. É este o sentimento que move a criação. A trama apresenta acontecimentos que nos remetem a uma diversidade de dinâmicas e sensações do tempo, como passagem e como instante”, comenta Esther.

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Com direção do russo Jurij Alschitz e assistência da lituana Olga Lapina e do mineiro Diego Bagagal, “Eclipse”, livre adaptação da obra de Anton Tchékhov, chega ao Rio de Janeiro depois de participar do Festival de Teatro de Curitiba para apresentações no Teatro SESC Ginástico a partir de 19 de abril.

“Eclipse” completa o projeto “Viagem a Tchékhov”, lançado pelo Grupo Galpão em 2011. O Grupo propôs um mergulho, durante um ano, na obra do autor russo, com o objetivo de montar dois espetáculos. Para embarcar nesse desafio, pela primeira vez, a trupe se dividiu: em abril do ano passado, Antonio Edson, Arildo de Barros, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Paulo André, Teuda Bara e a atriz convidada Mariana Muniz, participaram da primeira montagem, “Tio Vânia (aos que vierem depois de nós)”, que teve estreia nacional em Curitiba e depois seguiu em turnê pelo país. O clássico de Anton Tchékhov esteve sob direção da mineira Yara de Novaes. Alguns meses mais tarde, Chico Pelúcio, Inês Peixoto, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia eSimone Ordones lançaram a segunda montagem do projeto, “Eclipse”, que propõe uma livre visitação à obra do escritor russo. Para o ator Chico Pelúcio, “montar Tchékhov expressa as aspirações individuais e coletivas do grupo e, ao mesmo tempo, retrata a fase de maturidade do Galpão, que completa 30 anos de existência em 2012.” Leia o resto deste post »

Um show completo, sem exageros. É assim que pode ser definido o monólogo de humor ‘Mais que Dilmais’ do comediante mineiro Gustavo Mendes, 23 anos, a mais recente revelação do humor brasileiro, e novo integrante do Casseta & Planeta.

Em ‘Mais que Dilmais’, Mendes reúne no palco uma compilação dos seus melhores textos de stand up comedy, piadas, performances musicais ousadas, como ver Maria Bethânia cantando funk, e Alcione, Roberto Carlos e Ana Carolina em situações engraçadas. Mas o principal momento é a imitação que o ator faz da presidenta Dilma Rousseff. Personagem que lhe rendeu fama nacional – mais de 12 milhões de visualizações no Youtube – e elogios do escritor Luiz Fernando Veríssimo e do humorista Cláudio Manoel ‘Casseta’.

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A fotógrafa franco-brasileira Emmanuelle Bernard apresenta a partir de 9 de fevereiro parte das fotografias que compõem o seu livro ‘Carioca’ numa exposição individual em Bondi Beach, a praia mais famosa e badalada da Austrália.

Para a mostra ‘Rio in Bondi’, o curador Clay Paula selecionou 50 das 150 fotos que compõem o livro ‘Carioca’ (lançado no Rio e São Paulo, em 2010/11) com o conceito de paralelos. ‘Rio in Bondi’ tem como objetivo traçar paralelos entre Sydney e Rio conectando elementos gravados pela fotografia. E, com isso, despertar e revelar similaridades de um estilo de vida contemporâneo evidenciado em ambas cidades, tais como a cultura da praia, a abordagem descontraída para a vida, o amor aos esportes.

“Além de mostrar o esplendor e exotismo do Rio e o jeito descontraído dos cariocas, Rio In Bondi vai criar construção e desconstrução através das fotos de Emmanuelle Bernard. O conceito de paralelos vai beneficiar tanto o Rio quanto Bondi”, revela Clay Paula.

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Dirigido por David Fincher a partir de um roteiro de Steven Zaillian, Millennium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres inaugura a adaptação cinematográfica do fenômeno literário de Stieg Larsson – um reputado jornalista na Suécia, dedicado a desmascarar as organizações extremistas de suprematistas brancos neonazistas que permeiam a sociedade européia, morto em 2004 –, a trilogia Millennium, a série épica de suspense que vendeu mais de 65 milhões de cópias em 46 paises.

Mikael Blomkvist (Daniel Craig) é um jornalista econômico que é processado por difamação. Afastado da empresa da qual também é sócio, é contratado por um dos industriais mais ricos da Suécia, Henrik Vanger (Christopher Plummer), com o pretexto de escrever a biografia de sua família. Mas o que realmente interessa ao velho Vanger é chegar ao fundo do desaparecimento, décadas atrás, de sua querida sobrinha Harriet – assassinada, supõe Vanger, por um dos integrantes da sua numerosa família.  Leia o resto deste post »

A partir de 26 de janeiro a Cia. Teatro Xirê e a Trânsito Produções apresentam programa duplo no Teatro Cacilda Becker com as peças “Esther Williams não quer mais nadar” e “Entrelace”.

Quem não se lembra dos filmes da atriz-nadadora de Hollywood, Esther Williams, que exibidos na Sessão da Tarde deixavam mais leves e agradáveis os fins das tardes? Para os saudosistas, a partir do dia 26 de janeiro o Teatro Cacilda Becker recebe “Esther Williams não quer mais nadar”, um híbrido entre teatro, dança e performance.

Em um palco ocupado por 40 cadeiras, cada pessoa que compõe o público é acomoda com cuidado, atenção e afeto, pela intérprete Andrea Elias. A partir de então gera através da dança uma zona de relação, um lugar a partir do qual emerge uma atmosfera de atenção entre os presentes Leia o resto deste post »

Sempre que Woody Allen lança um novo filme a espectativa é de uma grande obra. Neste ‘Meia Noite em Paris’ – Globo de Ouro 2012 de Melhor Roteiro – não é diferente. Logo no início em um longo mosaico de paisagens, pouco conhecidas de Paris, Allen sinaliza ao espectador o que o espera. A hora e meia seguinte é deliciosa. Owen Wilson – em ótima interpretação que lembra, sem exageros, a forma de interpretar do próprio Allen – dá forma a Gil Pendler, um bem sucedido roteirista de Hollywood que quer ser escritor. Em visita a Cidade Luz em companhia de sua noiva Inez (Rachel McAdams), numa noite de crise conjugal sai pelas ruas que desconhece e quando o relógio bate meia noite é transportado para os anos 20 onde encontra seu grandes ídolos Ernest Hemingway e Scott Fitzgerald, além de outros ícones do cenário intelectual da época, como Zelda Fitzgerald, Gertrude Stein, Pablo Picasso, Salvador Dalí, Luís Buñuel e Cole Porter. Nas noites seguinte a situação se repete, sempre no mesmo local, sempre após a meia noite. Assim ele participa de festas dos tempos do Moulin Rouge Leia o resto deste post »