Gerald Thomas estreia seu novo espetáculo “Dilúvio” no Teatro Anchieta – Sesc Consolação, em São Paulo.

Um anjo voa e observa… Corpos nus se movimentam entre sombras, névoas ou dependurados; em um açougue? Uma caravela passa… Palavras, imagens, silêncio… Ao toque do tambor o coração pulsa; vivo ou morto? Ventania… Levitação, transcendência, histeria… Love hard em cordas de aço… Cabaré alemão, luta livre e pipoca… O Cavalo de Turin… É a 3ª guerra mundial? Anjos salvadores entre demônios usurpadores… Com imagens assim, o inquieto e provocador Gerald Thomas foca na criação de um ambiente de fantasia e reflexão para a criação do seu novo espetáculo, “Dilúvio”, que estreia dia 11 de novembro, sábado, às 21h, no Teatro Anchieta – Sesc Consolação. Uma tragicomédia que abre espaço para reflexão, pondo a descoberto, períodos negros e atuais na história da humanidade. “Falo desse dilúvio moderno que vivemos, dessa arca que não é. Mas eu não conto histórias, apenas crio imagens, proponho ideias e conexões. O público faz o resto”, comenta Gerald Thomas. Continuar lendo

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Após temporadas no Rio, Curitiba, Belo Horizonte e Vitória, HAMLET volta em cartaz no Centro do Rio.

Segundo a crítica Tânia Brandão, “trata-se de uma montagem histórica para o teatro nacional. Patrícia Selonk tem um desempenho monumental, construção de carne, afeto, razão desmedida, impossibilidade, flerte com o desejo humano desvairado de absoluto.” Crítico do Jornal O Globo, Macksen Luiz afirma que “a direção de Paulo de Moraes é de um artesanato criterioso, com soluções de efeito e inteligência teatral. O primeiro ato reúne as características formais ampliadas numa sucessão de recursos surpreendentes. No segundo, o desenvolvimento da trama ganha o ritmo de um voo rasante.” Com indicações aos prêmios Cesgranrio 2017, em 6 categorias (incluindo Melhor Espetáculo e Direção) e ao 17ª Prêmio Cenym 2017, em 4 categorias (incluindo Melhor Atriz), Hamlet teve estreia nacional em junho de 2017 no Teatro I do CCBB Rio de Janeiro, fez temporadas em Curitiba, Belo Horizonte, Vitória e agora, a partir de 9 novembro, inicia nova temporada no Teatro SESI, Centro do Rio, quintas e sextas às 19:30h e sábados às 19h, até 9 de dezembro.

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“Dançando no Escuro”, de Lars von Trier, ganha adaptação teatral no Rio de Janeiro.

O musical “Dançando no Escuro” nasceu do desejo dos atores-produtores Juliane Bodini e Luis Antonio Fortes de trazer para o teatro a adaptação do premiado filme homônimo de Lars von Trier – estrelado pela cantora Björk, que também compôs todo o repertório musical da obra -, que expõe o drama de uma mulher portadora de doença degenerativa que a leva à cegueira, seu desmedido amor pelo filho e as injustiças sofridas por ela. A adaptação para o teatro é do nova-iorquino Patrick Ellsworth, a única permitida pelo cineasta dinamarquês. A premiada atriz Dani Barros dirige montagem que conta com direção musical e arranjos do também premiado Marcelo Alonso Neves. As atrizes Juliane Bodini e Cyria Coentro interpretam as personagens que no filme de Lars von Trier foram de Björk e Catherine Deneuve. O elenco é composto por nove atores e atrizes cantores, que interpretam os principais personagens e outros menores, além de quatro músicos, dois deles cegos, um multi tecladista e um baterista, que tocam ao vivo a trilha sonora. “Dançando no Escuro” estreia dia 19 de outubro de 2017, no Teatro Sesc Ginástico, Centro do Rio de Janeiro. Nos dias 29 de outubro, 5, 12 e 19 de novembro acontece sessões com audiodescrição, interpreta de Libras e visita guiada ao cenário, promovendo acessibilidade para pessoas com necessidades especiais.

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Em “Agosto” André Paes Leme divide o palco do Teatro Ipanema em uma múltipla espacialidade que vai exigir uma visão ativa do espectador.

Sucesso de público na temporada de estreia no Teatro Oi Futuro, “Agosto” (August: Osage County), do americano Tracy Letts, vencedor dos prêmios Pulitzer e Tony, nas categorias Melhor Drama e Texto, respectivamente, volta em cartaz no Teatro Ipanema, de 14 de outubro a 5 de novembro, sábados às 21h, domingos e segundas às 20h. A montagem dirigida e adaptada por André Paes Leme tem as atrizes Guida Vianna e Letícia Isnard a frente de um elenco de 11 atores. A trama mostra uma família disfuncional que se reúne depois que o pai desaparece, em um encontro de acerto de contas entre a mãe (Guida Vianna) e as três filhas (Letícia Isnard, Claudia Ventura e Marianna Mac Niven) que escondem pequenos e amargos segredos, inclusive de seus maridos. Em 2013 a peça foi adaptada para o cinema em “Álbum de Família”, filme protagonizado por Meryl Streep e Julia Roberts.  Continuar lendo

Premiado espetáculo, “A Marca da Água”, da Armazém Companhia de Teatro, volta em cartaz no Rio de Janeiro e participa de festival na China.

Com texto de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes, que também assina a direção, execução ao vivo da trilha original pelo diretor musical Ricco Viana, iluminação de Maneco Quinderé, videografismo assinado pelos irmãos Rico e Renato Vilarouca, elenco formado pelos atores Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Marcelo Guerra e Lisa Eiras, vencedor do Prêmio Shell 2012 de Melhor Autor, Prêmio APTR 2012 de Melhor Iluminação, eleito um dos Melhores Espetáculos de 2012 pelo Jornal O Globo, vencedor do Prêmio Fringe First Award, durante o Edinburgh International Festival, na Escócia, em 2013, “A Marca da Água” volta em cartaz de 7 a 15 de outubro, no Espaço Armazém, localizado na Fundição Progresso, Rio de Janeiro. A curta temporada antecede a participação no Wuhzen International Theatre Festival, localizado na província de Zhejiang, China, na segunda quinzena de outubro. Continuar lendo